História e futuro da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental

História e futuro da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental

A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNCED, na sigla em inglês) foi responsável pela consolidação do jornalismo ambiental como prática especializada de jornalismo no Brasil. A mobilização dos jornalistas para cobrir a Cúpula da Terra, que trouxe ao Rio de Janeiro (RJ) representantes de 172 países em junho de 1992, foi a origem também da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental (RBJA).

A ideia de uma articulação especializada surgiu antes mesmo da internet e foi sugerida pela jornalista Liana John no Seminário para Jornalistas sobre População e Meio Ambiente realizado no mês de novembro de 1989, em Brasília (DF), pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).

A Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental nasceu de fato no segundo semestre de 1998.

A sua formatação, como uma rede de e-mails tramada para articular os jornalistas interessados nos temas ambientais, ocorreu depois de vários encontros presenciais e de alguns anos de experimentação online.

A maturidade da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental passa necessariamente, a meu ver, pela sua transformação em entidade nos moldes da Andi e da Abraji no Brasil, ou do IRE e da SEJ nos Estados Unidos. Criar projetos colaborativos – de reportagens e de pesquisa – é a vocação da RBJA e uma grande oportunidade neste mundo de realidades compartilhadas e de mudanças estruturais no Jornalismo.

Esta é apenas uma degustação do artigo escrito por Roberto Villar Belmonte. O texto completo será publicado na revista Jornalismo Ambiental que será distribuída durante o VI CBJA.